O segundo, de quatro filhos do banqueiro fundador do grupo Unibanco e diplomata, Walther Moreira Salles, nasceu em 12 de abril de 1956, no Rio de Janeiro. Seu nome? Walter Moreira Salles Jr em homenagem ao pai, claro. Por ser filho de diplomata, acabou sendo criado entre as culturas do Brasil, da França e dos Estados Unidos, falando assim, fluentemente as três línguas.
Graduado em Economia pela PUC do Rio de Janeiro, é pós-graduado em Comunicação Audiovisual pela Universidade de Artes Cinematográficas do Sul da Califórnia. De volta ao Brasil, entre os anos de 1983 e 1993, passa a fazer documentários para televisão, ligados à arte em geral. Realiza documentários com João Gilberto, Tom Jobim, Frederico Fellini, Jorge Luis Borges e outros.
Em 1987 funda com o documentarista e irmão, João Moreira Salles, a VídeoFilmes, produtora especializada em documentários. Com ela, ele dirige o filme A Grande Arte, baseado no livro de Rubem Fonseca. Rodado no Brasil, o filme é falado em inglês e português. No elenco, estão atores estrangeiros como Peter Coyote, mas também brasileiros como Raul Cortez. Entretanto, ao contrário do livro, a produção não faz sucesso. Por esse motivo, Walter Salles não o considera seu filme de estréia. Com o fracasso do filme, e também do cinema brasileiro, durante o governo Collor, decide voltar aos filmes publicitários e programas de televisão.
Nos próximos posts, a volta de Walter Salles ao cinema e sua contribuição para o renascimento do cinema brasileiro.
Angélica Favretto
Graduado em Economia pela PUC do Rio de Janeiro, é pós-graduado em Comunicação Audiovisual pela Universidade de Artes Cinematográficas do Sul da Califórnia. De volta ao Brasil, entre os anos de 1983 e 1993, passa a fazer documentários para televisão, ligados à arte em geral. Realiza documentários com João Gilberto, Tom Jobim, Frederico Fellini, Jorge Luis Borges e outros.
Em 1987 funda com o documentarista e irmão, João Moreira Salles, a VídeoFilmes, produtora especializada em documentários. Com ela, ele dirige o filme A Grande Arte, baseado no livro de Rubem Fonseca. Rodado no Brasil, o filme é falado em inglês e português. No elenco, estão atores estrangeiros como Peter Coyote, mas também brasileiros como Raul Cortez. Entretanto, ao contrário do livro, a produção não faz sucesso. Por esse motivo, Walter Salles não o considera seu filme de estréia. Com o fracasso do filme, e também do cinema brasileiro, durante o governo Collor, decide voltar aos filmes publicitários e programas de televisão.
Nos próximos posts, a volta de Walter Salles ao cinema e sua contribuição para o renascimento do cinema brasileiro.
Angélica Favretto
ok, legal
ResponderExcluirsó aqui fica meio estranho:
" ... trabalhando com nomes como João Gilberto, Tom Jobim, Frederico Fellini e Jorge Luis Borges". realizando documentários com...?