A produção de nosso roteiro foi feita um dia antes da gravação de todo o projeto. Até parecia fácil, pois o cinema novo nos dá liberdade de criação. Este, porém, talvez tenha sido o nosso maior problema.
De início, separamos as características do movimento. E não são poucas. Câmera na mão, câmera fixa, narração, apresentação teatral, tropicalismo, revolta, multidão, imagem estourada, som ambiente... Assim começamos nossa história. O cinema novo não é tão novo assim, portanto, preferimos adaptar suas características ao nosso tempo a criar um ambiente fictício, que nos triplicaria o trabalho e talvez não desse resultado satisfatório.
Mas, e aí, o que há em nosso tempo com multidão, revolta e que permita atuação teatral? Detalhe: num sábado de manhã, único período disponível para os integrantes de nossa produtora. O lugar escolhido foi a feira, por conter multidão e não depender da liberação de outrém.
Ok. Seria curta de uma personagem só, devido ao nosso reduzido plantel e também às características do movimento. O próximo ponto abordado foi a revolta.
Criamos, então, a trama: Uma empregada doméstica que, como sempre, fazia a feira para a patroa no sábado de manhã. A doméstica é submetida a uma rotina cansativa que a faz deixar de lado sua própria família. Revoltada com as más condições de vida da sua classe, ela, ao fim, demonstra sua decepção com a vida que é obrigada a levar.
Depois, pensamos em como aliar o restante das características à situação.
Mas, por hoje é só. Como tudo foi colocado em prática você ficará sabendo logo mais.
Thainá Laureano
De início, separamos as características do movimento. E não são poucas. Câmera na mão, câmera fixa, narração, apresentação teatral, tropicalismo, revolta, multidão, imagem estourada, som ambiente... Assim começamos nossa história. O cinema novo não é tão novo assim, portanto, preferimos adaptar suas características ao nosso tempo a criar um ambiente fictício, que nos triplicaria o trabalho e talvez não desse resultado satisfatório.
Mas, e aí, o que há em nosso tempo com multidão, revolta e que permita atuação teatral? Detalhe: num sábado de manhã, único período disponível para os integrantes de nossa produtora. O lugar escolhido foi a feira, por conter multidão e não depender da liberação de outrém.
Ok. Seria curta de uma personagem só, devido ao nosso reduzido plantel e também às características do movimento. O próximo ponto abordado foi a revolta.
Criamos, então, a trama: Uma empregada doméstica que, como sempre, fazia a feira para a patroa no sábado de manhã. A doméstica é submetida a uma rotina cansativa que a faz deixar de lado sua própria família. Revoltada com as más condições de vida da sua classe, ela, ao fim, demonstra sua decepção com a vida que é obrigada a levar.
Depois, pensamos em como aliar o restante das características à situação.
Mas, por hoje é só. Como tudo foi colocado em prática você ficará sabendo logo mais.
Thainá Laureano
aguardando...
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